Comissão organizadora da Feira do Livro de Porto Alegre se reúne com representante da Embaixada da Suécia

Na manhã da última terça-feira, dia 23, representantes da comissão organizadora da 63ª Feira do Livro de Porto Alegre receberam na Câmara Rio-Grandense do Livro a conselheira de Promoção e Comércio da Embaixada da Suécia, Cecilia Lif (à direita na foto). Durante o encontro, foram levantadas sugestões de atividades e nomes de escritores para integrar a comitiva representante dos países nórdicos, região homenageada pelo evento.

Participaram Jussara Rodrigues, o presidente da CRl Marco Cena e Sandra La Porta.

Confira os autores selecionados para o Programa de Leitura Adote um Escritor 2017

Marie Ange Bordas, Fábio Monteiro e Selma Maria participam do Adote um Escritor em 2017

Confira quem são os autores agendados para participarem da 16ª edição do Programa de Leitura Adote um Escritor. Serão realizados 130 encontros durante a 63ª Feira do Livro de Porto Alegre, que acontece de 1º a 19 de novembro de 2017.

Autores residentes no RS

André Neves
Christina Dias
Dilan Camargo
Gláucia de Souza
Helô Bacichette
Laura Castilhos
Léia Cassol
Kalunga
Contação de histórias com Valquiria Cardoso e Alex Limberger
Mônika Papescu
Martina Schreiner
Alexandre Brito
Celso Gutfreind
Celso Sisto
Cláudio Levitan
Ernani Ssó
Maíra Suertegaray
Mario Pirata
Marô Barbieri
Pablo Morenno
Caio Riter
Christian David
Simone Saueressig
Airton Ortiz
Altair Martins
Ari Riboldi
Cássio Pantaleoni
Charles Kiefer
Contação de histórias com Jairo Klein
Contação de histórias com Bárbara Camargo
Juremir Machado da Silva
Liberato Vieira da Cunha
Luis Dill
Marcelo Spalding
Rafael Guimaraens
Ricardo Silvestrin
Santiago
Valesca de Assis

Autores residentes em outros estados

Alessandra Pontes Roscoe
Alexandre de Castro Gomes
Blandina Franco e José Carlos Lollo
Laurent Cardon
Ninfa Parreiras
Patrícia Auerbach
Rosinha
Sônia Barros
Sônia Rosa
Daniel Kondo
Daniel Munduruku
Fernando Nuno
Flávia Côrtez
Heloisa Prieto
Ieda de Oliveira
Ilan Brenman
Janaina Tokitaka
Jô Oliveira
Júlio Emílio Braz
Luiz Antônio Aguiar
Manuel Filho
Rogério Andrade Barbosa
Rosana Rios
Shirley de Souza
Silvana Salerno
Telma Guimarães Castro Andrade
Diléa Frate
Dílvia Ludvichak
Edna Bueno
Fábio Monteiro
Gloria Kirinus
Marie Ange Bordas
Nireuda Longobardi
Selma Maria
João Pedro Roriz
Tiago de Melo Andrade
Arievaldo Viana
Otávio Jr.

A face global da 63ª Feira do Livro de Porto Alegre

Wole Soyinka

Entre os dias 1º e 19 de novembro, a Praça da Alfândega, Centro Histórico de Porto Alegre, será o ponto de convergência de escritores de muitos países e de culturas diversas. Pela primeira vez, a Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL) estabeleceu uma parceria com a Bienal do Mercosul, resultando em atividades pautadas pelo tema do Triângulo do Atlântico: o encontro entre África, América e Europa. O evento de artes visuais acontece apenas em 2018, mas vai se fazer presente na capital gaúcha já com a Feira do Livro de 2017. A visita do nigeriano Wole Soyinka (foto), primeiro africano a conquistar o Nobel de Literatura em 1986, é resultado dessa parceria. O dramaturgo, romancista e poeta participa de conferência no dia 4 de novembro.

Wole Soyinka

Atualmente com 82 anos, Soinka foi preso na década de 1960 por tentar mediar a guerra civil nigeriana. Seu ativismo político persiste ainda hoje com suas denúncias ao grupo extremista islâmico Boko Haram – que alcançou o noticiário internacional em 2014 ao sequestrar mais de 260 meninas e utilizá-las como moeda de troca para exigir a libertação de milicianos presos, além de submetê-las a estupros e torturas.

Literatura nórdica em pauta

A 63ª Feira do Livro de Porto Alegre vai expandir suas fronteiras também sobre outra região de cultura forte e influente. Neste ano, os países nórdicos serão homenageados pelo evento e sua literatura vai pautar muitos encontros e atividades. A homenagem à cultura nórdica é muito oportuna: em anos recentes, a região tem originado best-sellers como a Trilogia Millennium, ou como os romances de Karl Ove Knausgard, e conquistado leitores e elogios da crítica em todo o mundo. Está em negociação a visita de uma comitiva de escritores da região, formada por Dinamarca, Suécia, Finlândia e Noruega.

Ondjaki. Crédito: Michael Hughes.

Entre outros destaques da programação, estão o do angolano Ondjaki (foto), do humorista português e colunista da Folha de São Paulo Ricardo Araújo Pereira, além das brasileiras Conceição Evaristo e Marie Ange Bordas.

 

Câmara Rio-Grandense do Livro divulga balanço da 62ª Feira do Livro de Porto Alegre

 

A Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL) divulgou às 18h da terça-feira, 15 de novembro, o balanço de encerramento da Feira do Livro deste ano. A coletiva de imprensa aconteceu na Biblioteca Moacyr Scliar, andar térreo do Memorial do Rio Grande do Sul (Rua Sete de Setembro, 1020, Praça da Alfândega – Porto Alegre/RS). Durante os 19 dias do evento, foi registrada queda de 19% na quantidade de livros comercializados em comparação com o ano anterior. No período, cerca de 1,4 milhão de pessoas frequentou o evento, contra 1,5 milhão em 2015, segundo estimativas da própria CRL.

De acordo com o presidente Marco Cena, o índice não pode ser visto isoladamente porque reflete o cenário nacional do mercado de vendas de livros em 2015 e 2016: “Neste ano, esperávamos até mesmo uma queda maior”.

Em 2016, a Feira do Livro de Porto Alegre contou com 93 expositores na área geral, 12 na área infantil e 6 na área internacional – incluindo o estande dos Açores, região homenageada pelo evento (contra 90, 15 e 8 em 2015, respectivamente). A comitiva de nove escritores açorianos promoveu uma dezena de atividades e resultou na comercialização de 379 exemplares.

Foram autografados 727 títulos com a participação de mais de dois mil autores, tanto na Praça de Autógrafos quanto no primeiro andar do Memorial do RS.

A programação para adultos, que contemplou a diversidade e a multiplicidade de perspectivas e visões de mundo, recebeu mais de 17 mil pessoas. Foram realizadas mais de 300 atividades gratuitas, tanto na Feira quanto em atividades paralelas. A Área Infantil e Juvenil recebeu mais de onze mil alunos de escolas do município e do estado das redes pública e privada, em encontros com autores de todo o Brasil. Comparando com a Feira do ano passado, a grade de programação da Área Infantil e Juvenil deste ano ofereceu mais atrações educativas e culturais, superando a meta esperada.

A 62ª Feira do Livro de Porto Alegre ocorreu de 28 de outubro a 15 de novembro e foi uma realização da Câmara Rio-Grandense do Livro em parceria com Ministério da Cultura e Secretaria de Estado da Cultura. Patrocinadores máster: Braskem, Celulose Riograndense, Grupo Zaffari e BNDES. Patrocínio da Área Infantil e Juvenil: Petrobras. Banco Oficial da Feira: Banrisul, Seja Vero. Apoio Especial: Prefeitura de Porto Alegre. Financiamento: Pró-cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Chega ao fim mais uma edição da Feira

isb_4380
isb_4380

Cortejo partiu do Teatro Carlos Urbim e percorreu toda a Praça da Alfândega                        Crédito das fotos: Íris Borges

 

A música do acordeon e violão dava o tom de despedida da 62ª Feira do Livro de Porto Alegre, que parte da Área Infantil e Juvenil. Ao ritmo da trilha, os livreiros, aos poucos, recolhiam as obras em caixas enquanto recebiam as rosas ofertadas pela patrona Cintia Moscovich, pelos integrantes da direção da Câmara Rio-Grandense do Livro e demais colaboradores.

Após percorrer por toda a Praça da Alfândega cantando a tradicional marchinha, o cortejo se encontrou com o Afoxé do Ponto de Cultura Ilê Axé Cultural (ASSOBECATY) na Praça de Autógrafos.

 

isb_4406

Patrona Cintia Moscovich e o presidente da CRL Marco Cena cantam a tradicional marchinha de despedida

 

isb_4477

Livreiros e público receberam rosas da organização da Feira do Livro

 

 

 

 

 

 

 

 

Encerramento tem cortejo, música e festa na Praça da Alfândega

Público está convidado a participar da festa

 

E já estamos com saudade! Em 19 dias, as palavras reinaram na 62ª Feira do Livro de Porto Alegre. Foi através das palavras escritas, faladas ou interpretadas em libras que, desde 28 de outubro, diariamente, da manhã à noite, nos comunicamos de todas as maneiras, para o benefício da cultura, do pensamento e da construção de pontes que aproximam pessoas e superam distâncias de toda ordem.

Além dos livros oferecidos nas bancas da Praça da Alfândega ou no Memorial do Rio Grande do Sul, onde a Área Internacional está localizada, centenas de atividades culturais — todas gratuitas — como palestras, seminários, mesas-redondas, colóquios, oficinas, contações de histórias, apresentações artísticas e sessões de autógrafos trouxeram leitores, turmas de escolas, famílias e escritores para a praça e seu entorno. Espaços ao ar livre e dentro de prédios históricos, como o Santander Cultural, o Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, o Margs e o próprio Memorial, reuniram diferentes gerações, mantendo viva a tradição democrática do evento e assegurando sua aptidão natural em aproximar pessoas e culturas.

Para marcar o encerramento da 62ª Feira do Livro de Porto Alegre, um cortejo de despedida (já tradicional no evento) vai partir hoje, às 20h30, da Área Infantil e percorrer os corredores da Praça da Alfândega, distribuindo rosas vermelhas às bancas de livros. O acompanhamento musical será feito por uma banda que vai executar a canção Está chegando a hora, num percurso de pouco mais de trinta minutos, com a participação de palhaços. Em seguida, o grupo de Afoxé do Ponto de Cultura Ilê Axé Cultural – ASSOBECATY, do Núcleo de Percussão do Quilombo do Sopapo Iyalodê Idunn com a coordenação de Mestre Du Nascimento, vai reunir o público na Praça de Autógrafos, garantindo um  encerramento enérgico, empolgante e animado.

Programação do dia segue normalmente até a festa de encerramento

Música e dança da França e da Argentina também marcam o último dia de atrações da Feira. Às 17h, tem Tributo à Édith Piaf na Tenda de Pasárgada (Praça da Alfândega, diante do Memorial do RS). A cantora Tássia Minuzzo e o acordeonista Matheus Kleber prestam homenagem à cantora francesa.

Às 20h, tem espetáculo de tango no saguão do primeiro andar do Memorial . O grupo 8 Adelante se apresenta e convida os amantes do tango para bailar em frente ao estande da Livraria Calle Corrientes.

Ainda abrangendo a vertente internacional da Feira, duas ilhas do Mar do Caribe, Cuba e Martinica, são evocadas no dia de encerramento. O jornalista e escritor gaúcho Vladimir Cunha Santos fala, às 14h, no Auditório Barbosa Lessa do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (R. dos Andradas, 1223), sobre a atual realidade de Cuba. No mesmo local, às 16h, entra em pauta “Da Martinica: a escrita de Patrick Chamoiseau”. Seu livro surgiu a partir de uma entrevista feita pelo jornalista e escritor francês com a líder de uma ocupação.

A programação completa pode ser acessada aqui.

Por uma educação mais consciente e feliz

15069121_1175827555837052_1925452230120712459_o
15069121_1175827555837052_1925452230120712459_o

Juliana Corullón defende uma educação baseada na consciência e no autoconhecimento

 

A terapeuta ocupacional Juliana Corullón esteve ontem (15) na Feira do Livro para palestra e lançamento do livro Educar na felicidade: um caminho de Transformação para mães, pais e educadores e defendeu os benefícios de uma Educação Consciente. Co-fundadora da Escola Caminho do Meio, de Viamão, que utiliza sabedoria ensinamentos budistas e cultura de paz, Juliana frisou que precisamos melhorar a forma de lidar com as crianças e deu pistas com a ajuda do que ela chama de Educação Consciente.

Sistema que reúne métodos da Disciplina Positiva, a Biografia Humana, a Constelação Familiar,  a Comunicação Não Violenta e a Cultura de Paz, a Educação Consciente consiste em fazer com que adultos revejam suas próprias posturas antes de dar um castigo numa criança, por exemplo. A ideia é mais ou menos assim: você não deve exigir determinados comportamentos ou posturas de crianças sem antes se autoconhecer e pensar sobre suas atitutes.

“Antes de querer que o outro mude, precisamos parar e pensar se a criança está entendendo o que estamos querendo dizer, se a ansiedade de pedir para ela ‘se comportar’ ou ‘ser’ de tal forma não é apenas nossa. Crianças pequenas não entendem quando um adulto diz para elas que elas precisam se comportar, por isso precisamos sempre nos questionar se estamos nos comunicando direito ou gerando um sofrimento que na verdade é nosso, e não deles”, explica, sugerindo o exercício: lembre-se de quando você era criança.

Segundo Juliana, infelizmente isso ocorre proque as escolas não nos deram base emocional e acabamos reproduzindo essa forma de educar e isso não é positivo. Hoje em dia, as crianças têm acesso a muito a conteúdos, por isso enfatizamos a importância de trabalhar muitos pais, mães e educadores para eles desenvolverem uma educação que resulte em consciência sobre suas emoções e sentimentos, autorresponsabilização, cooperação e disciplina, explica.

Livia Meimes

Uma nova consciência sustentável

palavra-sustentavel_otavio-fortes

palavra-sustentavel_otavio-fortes

 

Tecnologia, renovação e sustentabilidade foram as tônicas da mesa A Palavra Sustentável: ZISPOA, atividade realizada no Auditório Barbosa Lessa do Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo. O evento contou com a presença do norte-americano Marc Weiss, presidente e diretor executivo da Global Urban Development (GUD), uma organização política internacional com mais de 600 líderes em diversas partes do mundo, inclusive Porto Alegre. A mediação foi de Carlos Mendes

A Zispoa (Zona de inovação sustentável de Porto Alegre) se caracteriza como um movimento popular e baseado na comunidade, para transformar uma parte dos bairros Independência e Floresta no lugar mais sustentável e inovador da América Latina até 2020. “Precisamos mudar, preparar o terreno para as nações futuras. É isso que estamos tentando desenvolver em Porto Alegre”, disse Marc, que é formado em Ciências Políticas, com mestrado e doutorado em planejamento urbano.

Ele ainda contou que para muitas pessoas é difícil quebrar hábitos antigos, mas as tecnologias podem ajudar, tornando estas novas relações com o meio ambiente mais eficiente. Para exemplificar, Marc parafraseou Albert Eisntein ao lembrar que “nenhum problema pode ser resolvido com o mesmo nível de consciência que criou o problema”.

A experiência de Marc permitiu que ele percebesse nas pessoas o medo econômico, ou seja, o receio de abrir mão do conforto em prol do meio ambiente. Ele explica que, durante dez mil anos da história, o ser humano não foi sustentável, postura que não causava tantos danos.

Mas, desde a Revolução Industrial, tem sido diferente. As pessoas aumentaram o padrão de vida, que melhorou muito, mas passaram a desperdiçar mais recursos. “As pessoas se sentirão ameaçadas se dissermos para diminuírem o ritmo, pois elas gostam do conforto. “É justamente isso que impede as pessoas de entenderem o que está na frente delas. Estamos no limite da segurança para a humanidade. Podemos ser mais prósperos ao renovar e adotar uma postura sustentável.

 

Priscila Pasko

Projeto comemorativo aos 500 anos da xilogravura Rhinocerus 1515 é lançado

of-9917
of-9898

Debate sobre a obra Rhinocerus – Gravura, Palavra, Imaginário ocorreu no Santander Cultural

 

O projeto comemorativo aos 500 anos da xilogravura Rhinocerus 1515, de Albrecht Dürer, imagem ícone na historiografia da arte, da cultura e da ciência, foi registrado no livro Rhinocerus – Gravura, Palavra, Imaginário (Libretos, 280 páginas). A obra, lançada ontem (14) na 62ª Feira do Livro de Porto Alegre, foi organizada pela artista visual e docente do Instituto de Artes Departamento de Artes Visuais UFRGS, Helena Kanaan, é uma publicação bilíngüe (português, alemão) e reúne palestras e obras que dialogam sobre a xilogravura do artista alemão.

“O rinoceronte é um animal meigo e forte ao mesmo tempo, sua imagem nos fascina e inspira há séculos a arte”, disse Helena.

Antes dos autógrafos coletivos no Memorial do RS, ocorreu, na Sala Oeste do Santander Cultural, um debate com a participação de Helena, Marina Ludemann (diretora do Goethe-Institut Porto Alegre) e Maristela Salvatori (artista visual).

 

 

Joel Neto fala do regresso aos Açores e o nascimento de “Arquipélago”

of-0190
of-0170

Valesca de Assis, Joel Neto e Gabriela Silva no painel “Açores: a meio caminho entre dois continentes”

 

O entardecer do último domingo de Feira do Livro foi dedicado ao trabalho do escritor açoriano Joel Neto, autor dos festejados Arquipélago e Vida no Campo. Com mediação da escritora Valesca de Assis e da especialista em literatura portuguesa, Gabriela Silva, o painel Açores: a meio caminho entre dois continentes foi realizado no Auditório Barbosa Lessa do Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo (CCCEV).

Nascido em Angra do Heroísmo, em 1974, Joel viveu por duas décadas em Lisboa, onde atuou como jornalista de diversas mídias nos principais veículos de comunicação de Portugal, até fazer o caminho de volta, regressando à terra natal para se tornar escritor de ficção e se dedicar ao romance. Essa história de regresso à Ilha dos Açores resultou na escrita de Arquipélago, considerada sua grande obra.

Arquipélago é um livro marcado pela memória e não há literatura sem memória. É um livro em que coloco muitas lembranças, cheiros e sabores. Eu realmente gosto muito de comida”, brincou Neto, que reaprendeu a viver no campo e até a gostar de cachorros. “Eu tive a chance de nascer de novo. Eu não gostava de animais e agora tenho vários cachorros, sou um outro homem”, disse ele.

 

 

of-0190

Joel Neto e Gabriela Silva falaram sobre a literatura de regresso e citaram Ilíada de Homero

 

Lívia Meimes

1 2 3 12