Em clima de saudade, o tradicional cortejo de encerramento da 64ª Feira do Livro de Porto Alegre aqueceu os seguidores no friozinho que fez na noite deste domingo (18), encerrando a Feira. Nos últimos 18 dias, os porto-alegrenses viveram um mundo de conhecimento, imaginação e arte na praça.

O cortejo começou na praça, de frente para a Orla do Guaíba, com a comunidade e os trabalhadores da Feira chegando para a concentração ao som dos versos clássicos “ai ai ai ai, está chegando a hora, o dia já vem raiando, meu bem, e eu tenho que ir embora”. Neste ano, a canção ficou por conta de um grupo de músicos independentes: Vitor Hugo Knobe, no acordeão, Marcos Saraiva, no sax, e Guilherme Linera, no violino.

A patrona, Maria Carpi, sua neta e o presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, Isatir Bottin Filho, puxaram o cortejo, com algumas paradas para a patrona descansar. Enquanto a praça ia sendo melancolicamente desocupada e os livreiros iam desmontando as barracas, eles receberam as tradicionais rosas vermelhas dos seguidores do cortejo. Um ato de gratidão por manter os livros sempre livres de opinião e criatividade para os porto-alegrenses.

Texto: Thaís Seganfredo
Fotos: Diego Lopes e Pedro Heinrich

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