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Membros da Academia Rio Grandense de Letras e público, ouviram, ontem, no CCCEV, o historiador Moacyr Flores

 

O historiador e membro da Academia Rio-Grandense de Letras (ARL), Moacyr Flores, falou sobre a importância da Sociedade Partenon Literário e da figura de intelectuais como Dante de Laytano, ontem (13), em reunião no CCCEV.

Segundo Flores, a Sociedade Partenon Literário, fundada em 18 de junho de 1868 por intelectuais gaúchos, como Apolinário Porto Alegre, Aquiles Porto Alegre, Hilário Ribeiro e Caldre Fião, merece ter sua importância histórica cada vez mais reconhecida devido, principalmente, ao seu caráter vanguardista e abolicionista. Flores, que detém exemplares originas das revistas, atualmente está traçando uma História Social das campanhas da Partenon.

“Eles fizeram campanhas sobre a emancipação da mulher pelo ensino, fundaram escolas para pobres e foram precursores de temas como a escravidão, contribuição do negro à cultura rio-grandense graças ao Dante de Laytano, por exemplo. Mas o Rio Grande do Sul tem uma desgraça: não conseguimos nos unir. Ou somos do Grêmio ou do Inter”, disse Flores, em referência ao Positivismo, que acabou desunindo e dando início a uma série de desdobramentos na história do Partenon.

As palestras ocorreram após encontro do Colégio de Presidentes da ARL. Mais informações sobre a ARL neste link.

 

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O historiador Moacyr Flores, acadêmico da ARL, falou da Sociedade Partenon Literário e do legado de Dante de Laytano

 

Livia Meimes

 

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